quinta-feira, 27 de setembro de 2012
DIOCESE DE SANTO ANDRÉ
Dom Nelson Westrupp, scj
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Santo André, 26 de setembro de 2012
Queridos Padres! Caros Diáconos! Queridos Seminaristas!
Caríssimas Religiosas e Pessoas Consagradas!
Prezadas Lideranças e Agentes de Pastorais, Movimentos, Associações, Comunidades, Organismos e Forças Vivas! Querido Povo de Deus!
Em profunda sintonia e comunhão eclesial com o Santo Padre Bento XVI, tenho a imensa alegria de convidá-los a participar da Abertura Diocesana do Ano da Fé.
A solene Celebração Eucarística de abertura será realizada no próximo dia 11 de outubro, às 20 horas, na Matriz Nossa Senhora da Boa Viagem, em São Bernardo do Campo.
Conto com sua presença. Sua participação será uma manifestação pública e comunitária de sua fé.
Como católicos e católicas, somos chamados(as) a transmitir aquilo que cremos e professamos; prontos a dar a razão de nossa esperança a todo aquele que a pedir (cf. 1 Pd 3, 15).
Vamos lotar a Matriz da Boa Viagem. Convide seus amigos e leve seus familiares. Lá nos encontraremos. Venha! Participe! Cristo conta com Você. A Mãe Maria também conta com Você!
Um grande abraço amigo e uma especial bênção.
Dom Nelson Westrupp, scj
Bispo Diocesano de Santo André
domingo, 16 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Animação Bíblico Catequética - Regional Sul1: Mensagem aos Catequistas
Animação Bíblico Catequética - Regional Sul1: Mensagem aos Catequistas: Queridos Catequistas das Arquidioceses e Dioceses do Regional Sul 1, reunidos em concentração, ou assembleia na celebração do “Dia dos C...
Catequista
Catequista, você é
especial para Deus!
Sua VOCAÇÃO foi
gestada no coração do Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos
e filhas com a mensagem da VIDA: Jesus Cristo.
Catequista, você não é
só transmissor de idéias, conhecimentos, doutrina, pois sua experiência está no
ENCONTRO PESSOAL com a pessoa de Jesus Cristo. Essa experiência é comunicada
pelo SER, SABER e SABER FAZER em comunidade .O ser e o saber do catequista
sustentam-se numa espiritualidade da gratuidade, da confiança, da entrega, da
certeza de que o SENHOR está presente, é fiel.
Catequista, que a
experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe
trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de
desafios que o faz crescer e acabam gerando profundas alegrias.
Catequista, nesse dia
acolha o abraço de gratidão de milhares de pessoas, vidas agradecidas, pela sua
presença na educação da fé de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Em sua
ação se traduz de uma forma única e original a vocação da Igreja-Mãe que cuida
maternalmente dos filhos que gerou na fé pela ação do Espírito.
Querido/a Catequista,
PARABÉNS! Que a Força da Palavra, continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso
missionário !
Que a comunidade
continue sendo o referencial da experiência do Encontro com Cristo naqueles que
sofrem, naqueles que buscam acolhidas e necessitam ser “CUIDADOS”.
A benção amorosa do
PAI, que cuida com carinho dos seus filhos e filhas, que um dia nos chamou a
viver com alegria a vocação do discípulo missionário, esteja na sua vida, na
vida da sua comunidade hoje e sempre.
Parabéns pelo nosso dia.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Catequista. Uma vocação, um Ministério
Catequista.
Uma vocação, um Ministério
A
catequese tem como finalidade específica a de desenvolver, com a ajuda de Deus,
uma fé ainda inicial e de promover em plenitude e alimentar cotidianamente a
vida cristã dos fiéis de todas as idades. Trata-se, com efeito, de fazer
crescer, no plano do conhecimento e na vida, o gérmen de fé semeado pelo
Espírito Santo, com o primeiro anúncio do evangelho, e transmitido eficazmente
pelo Batismo.
A
catequese de primeira Eucaristia introduz a criança e o pré-adolescente na vida
da Igreja, compreendendo também uma preparação para a celebração dos
sacramentos, apresentando os mistérios principais da fé e comunicando aos
jovens a alegria de serem testemunhas de Cristo no meio em que vivem. Pensamos
que a catequese não pode ignorar o delicado período de vida que crianças e
pré-adolescentes atravessam no mundo atual. Portanto, ela deve ser capaz de
ajudá-los a uma revisão de sua própria vida, ao diálogo, apresentando Jesus
Cristo como amigo, como guia e como modelo, suscetível de provocar admiração e,
como conseqüência, a sua imitação.
A
catequese apresenta o evangelho que paulatinamente vai sendo compreendido e
acolhido como algo capaz de dar um sentido à vida e, por isso, de inspirar
atitudes de outra forma inexplicáveis, por exemplo: renúncia, desapego,
mansidão, justiça e fidelidade aos compromissos. Desde a primeira infância até
o limiar da maturidade, a catequese torna-se, pois, uma escola permanente da fé
e segue as grandes linhas da vida, como um farol que iluminará o caminho da
criança, do adolescente e do jovem.
O
catequista também deve ter uma formação permanente. Todos somos alunos e
discípulos da vida e da fé desde a infância até a terceira idade. O catequista
cresce na fé à medida que, inserido no grupo de catequistas, vai ajudando os
outros a progredirem na fé. Os apóstolos cresceram na fé seguindo Jesus e
evangelizando como Ele. Também o catequista, ao evangelizar, é evangelizado;
enquanto dá, recebe; enquanto faz os outros caminharem na fé, dá largos passos no
crescimento da própria fé.
Santo
Agostinho afirma: “O Espírito Santo acende no coração dos fiéis um desejo mais
vivo à medida que cada um vai progredindo na caridade, que o leva a amar ainda
mais aquilo que já conhece e a desejar o que desconhece”. O nosso trabalho é
anunciar Jesus Cristo. Ser catequista é acolher, com amor e dedicação, uma
vocação - missão de fundamental importância, pois quem responde SIM a essa
vocação se coloca à disposição para ajudar os que já seguem Jesus a serem
discípulos mais conscientes, coerentes, maduros e generosos.
Ser
catequista é colaborar com a graça de Deus e com a pessoa, para que ela assuma
seu sim a Deus, e avance rumo à maturidade na fé, na esperança e no amor. Cabe
à pessoa que sente o chamado a ser catequista procurar os meios de apresentar o
Reino de Deus. Como nos revela Jesus: “O Reino de Deus é como um homem que
lançou a semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente
germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra, por si mesma produz fruto:
primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos. Quando o
fruto está no ponto, imediatamente se lhe lança a foice, porque a colheita
chegou” (Mc 4, 26-29).
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Ser Padre
Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias,
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias,
pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns a todos os padres, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foram chamados e a qual disseram SIM.
Deus os abençoe e guarde!
Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns a todos os padres, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foram chamados e a qual disseram SIM.
Deus os abençoe e guarde!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Qua o significado da cruz para os Católicos
A Cruz é o sinal que identifica os cristãos. Este sinal de identidade surgiu do fato histórico e místico da Morte de Jesus Cristo, pregado numa Cruz. O Plano divino de Deus Pai para a salvação da humanidade devia passar pela Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. A Paixão e Morte de Jesus, na Cruz, foi o preço exigido por Deus Pai para a salvação da humanidade(...)
A entrega livre e voluntária que Jesus fez de si mesmo à Vontade salvífica do Pai, abraçando e carregando a Cruz, deixando-se crucificar, sofrendo todos os horrores de uma crucificação e morrendo na Cruz, resultou na salvação da humanidade, bem como em todas as graças e bênçãos já alcançadas, e em todas as que ainda irão acontecer na humanidade. A Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus são a fonte de todas as graças e bênçãos que já aconteceram desde a criação do mundo, e que continuarão a acontecer até o fim dos tempos.
No tempo de Jesus, a Cruz era a forma de pena de morte que o direito romano aplicava aos grandes criminosos condenados à morte. Assim como em nossos tempos, onde ainda existe a pena de morte e ela é a aplicada por meio da cadeira elétrica, ou de uma injeção letal, ou por enforcamento, ou por fuzilamento etc., assim, a lei romana determinava a pena de "crucificação" aos condenados à morte. Esta lei foi aplicada a Jesus, por ter sido condenado à morte. Ele foi crucificado. A Cruz, portanto, era instrumento de condenação, de castigo máximo, de morte.
Com a crucificação e Morte de Jesus, a Cruz recebeu um "novo" significado. Um significado, aliás, exatamente oposto. Antes da Morte de Jesus, a Cruz era símbolo de condenação, de sofrimento e de morte. Agora, após a crucificação e Morte de Jesus, a Cruz é símbolo de salvação, de vida, de bênção, de libertação, de cura e de santificação. Antes era maldição. Agora é salvação!
O poder da Cruz
É preciso compreender de imediato que o poder salvífico da Cruz não está simplesmente no fato de ela ser uma Cruz. Sua força de vida e salvação, de bênção e santidade, não está nas duas traves encaixadas em forma de Cruz. O que lhe dá o novo significado é o fato de Jesus, Filho de Deus, tê-la abraçado livremente, carregado com paciência e de ter sacrificado Sua Vida, entregando-Se à morte de Cruz. Quem dá o novo sentido à Cruz é Jesus crucificado e ressuscitado. Desvinculada da Pessoa de Jesus, a Cruz não tem o menor significado, e nenhum poder.
A presença deste sinal em inúmeros lugares: no cimo das torres das igrejas, dentro das catedrais, santuários, igrejas, capelas, oratórios, tumbas de cemitério, bem como em nossas casas, dentro dos carros, pendurada em nosso pescoço etc., bem demonstra a "força do simbolismo" da Cruz redentora de Jesus. Ao olharmos para as cruzes, recordamos Jesus crucificado, o qual é a razão de nossa salvação, libertação, bênção e santificação. Quer com o Corpo de Jesus pendurado, quer sem Ele, a Cruz fala muito alto e forte. Ela proclama que possuímos um Salvador. Ela revela que fomos salvos graças à crucificação de Jesus. Ela conclama, grita e insiste para que nós nos apropriemos da salvação realizada por Jesus na Cruz. Ela convida a que aceitemos Jesus Cristo, creiamos n'Ele, vivamos em Sua Igreja, busquemos a salvação em Seus Sacramentos e em todos os outros canais de graças e bênçãos existentes na Igreja.
Traçamos muitas vezes o Sinal da Cruz sobre nós mesmos, exatamente com a finalidade de atrair sobre nós a salvação de Jesus, a proteção do seu poder, as bênçãos de que temos necessidade, bem como para afastar de nós o inimigo de nossa salvação, com suas tentações e seduções.
Jesus: poder da Cruz
O crucifixo pendurado ao pescoço não é um amuleto, com força mágica para afastar o mal e atrair o bem. Trazer o crucifixo ao pescoço deve significar uma profissão de fé em Jesus vivo, que pelos méritos de Sua Morte na Cruz e por Seu Amor pessoal para conosco, quer salvar-nos, quer nos libertar dos males e tentações, enfim deseja nos abençoar.
A Cruz precisa ser compreendida como um "canal" condutor de graça. O canal é apenas um instrumento para conduzir aquilo que se deseja: a água, por exemplo.
A Cruz redentora de Jesus é o "grande canal" que não apenas nos lembra a salvação adquirida pela Morte de Jesus, mas é, na sua essência, o grande canal das graças e bênçãos que nos foram conquistadas por Jesus, com Sua Morte de Cruz. Graças e bênçãos que, aliás, recebemos pelos Sacramentos, por todas as formas de ações litúrgicas, pela Palavra de Deus, bem como por todas as formas de culto divino, quer eclesial e público, quer privado.
Se, antes da crucificação de Jesus, a Cruz era sinal de condenação, de sofrimento e de morte, agora, exatamente por causa da Morte de Jesus em seus braços, ela se tornou sinal e instrumento de salvação, de vida, de santificação e de glória. Antes, condenação. Agora, salvação. Antes, morte. Agora, vida. Antes, vergonha. Agora, glória, exaltação, honra e poder. Tudo pelo amor e pelos méritos de Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador e Senhor nosso.
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