terça-feira, 22 de julho de 2014

pontos para pensar:

2014
Nas fotos temos uma caminhada cada pessoa pode fazer a sua analise da caminha da Igreja o quanto ela andou,e você faz a sua como catequista.
Itinerário que tanto falamos hoje inspirado no catecumenal não voltar e só uma inspiração.
que tem passos a ser seguido como nós lembrava o Irmão Nery 2011
-Kerigma anuncio primeiro ajudar a pessoa a assumir para valer Jesus Cristo e vivenciar o encontro pessoal e intransferível com Jesus.
-Catequese fazer ecoar e ressoar dentro da pessoa em seu comportamento ,a conversão e a mensagem do evangelho.Para isso e preciso leitura orante,celebrativa,meditativa,confrontar a vida pessoal com social,sentido comunhão e missionário ,princípios da fé.
-Purificação preparação para a Páscoa grandes retiros, atividades em vista de assimilar a ética do Evangelho,a moral cristã,o sentido do pecado,perdão-reconciliação,tempo de re-estudar os sacramentos da Iniciação, Mistério Páscal,Virgília.
-Mistagogia entrar no segredos, mistérios da fé cristã,

 Aqui  temos alguns pontos que ele falou e escreveu onde nesta escola fizemos o nosso debate que foi ótimo,surgiu muitas ideias que ainda vão ser entregue para nos e assim que tivemos vamos passar para vocês.
Temos uma vocação ,um objetivo,precisamos muito de primeiro mudar a nos mesmo para poder mudar algo,formação, ser aberto para as mudanças,não ter medo de errar,ser uma pessoa que ama o que faz reza,tem a palavra no seu dia a dia,seja humilde para ouvir as criticas ser apaixonado por Jesus.Já é um bom começo.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Poema

O segredo da caminhada não está no ritmo, não está na distância, não está no preparo físico e sim na contemplação das surpresas que lhe reservam o Caminho! (mauro josé ramos)

Foto: O segredo da caminhada não está no ritmo, não está na distância, não está no preparo físico e sim na contemplação das surpresas que lhe reservam o Caminho! (mauro josé ramos)

Pontos importantes Escola de Atualização Catequética SPI

Pontos Importantes:
A catequese em sua dimensão eclesial e evangelizadora, extrai todo o ensinamento da Revelação Divina, que se compõe da Tradição (oral) que veio dos Apóstolos e da Tradição (escrita), a Bíblia. 

Tanto para os primeiros cristãos, bem como para os judeus, a Bíblia é a Escritura Sagrada, o fundamento e princípio para a fé e a vida
O Plano de Emergência nos textos referentes à Renovação Paroquial e a Renovação do Ministério Sacerdotal destaca:
§ Valorizar a pregação,
  Promover e incentivar o Movimento Bíblico. É necessário que os paroquianos entrem em contato com a palavra de Deus, que a conheçam, amem e vivam
*Relação entre Tradição, Escritura e Magistério (DV, 10);
* A Verdade sobre a Escritura (DV, Cap. III);

* Afirma que toda Bíblia é inspirada por Deus (DV, 11);

A Catequese é um processo

           A Catequese é um processo

  Processo é a realização contínua e prolongada 
de algumas atividades para que se alcance os 
objetivos.

Habilidade                     
Determinação
Unidade
Sintonia
Criatividade                         
Conhecimento
Sensibilidade
Flexibilidade

    É preciso considerar :
O tempo necessário para a sua realização, Clareza dos objetivos a serem atingidos, Condições favoráveis para um bom desenvolvimento 
  do conteúdo e do  crescimento de   nossos catequizandos
  como pessoas e cristãos.
                    obs:   Alguns pontos que estudamos na escola desse ano SPI òtima. 
Temos no Facebook ABC REGIONAL SUL I
    




quinta-feira, 13 de junho de 2013



terça-feira, 2 de outubro de 2012


DO DISCÍPULO EMERGE O MISSIONÁRIO
CATEQUESE EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO


O discípulo é aquele que vivencia a força envolvente e transformadora de caminhar com Jesus e alarga seu coração na dinâmica do Reino. Não é o discípulo que escolhe o mestre, mas o Mestre que convida o discípulo ao seguimento e de maneira intrínseca à missionariedade: anunciar o Evangelho a todas as nações (cf. Lc 24,46-48) é compromisso essencial do discipulado. Assim como Jesus faz seus discípulos participarem de tal dimensão, hoje o convite se estende àqueles que fizeram a experiência do encontro, de aprender caminhando, ouvindo e agindo com o Mestre: “Conhecer Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher” (DOCUMENTO DE APARECIDA, p.17).

A missão não é tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, é extensão testemunhal da própria vocação. “A maior alegria do discípulo é colocar-se a caminho para anunciar a boa nova do Evangelho, indo incansavelmente ao encontro dos outros, especialmente dos pobres e sofredores [...]” (ANÚNCIO QUERIGMÁTICO E EVANGELIZAÇÃO FUNDAMENTAL, CNBB).
Discipulado e missão são duas faces da mesma moeda: quando o discípulo está apaixonado por Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só ele nos salva (cf. At 4,12). De fato, o discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há amor, não há futuro (DOCUMENTO DE APARECIDA, p.76).

Na Bíblia o termo missão é central e está ligado a grande iniciativa salvífica de Deus em Jesus Cristo. A missão de Jesus é envio que procede do Pai e se realiza sob a ação do Espírito Santo; esta mesma missão é comunicada aos apóstolos: “Assim como o Pai me enviou, eu envio vocês” (cf. Jo 20, 21), com o objetivo de evangelizar a todos os povos. “Este mandato tem sua fonte na Trindade, começa a ser realidade desde a encarnação e se desenvolve como redenção ou resgate-libertação da humanidade inteira” (DICIONÁRIO DE CATEQUÉTICA, p.753). A Igreja, portanto, é por sua natureza missionária : a missão não é algo acrescentado à comunidade eclesial e ao discípulo, mas é razão de ser, sua própria natureza. A Igreja existe para evangelizar, levar a boa notícia a todos os ambientes, transformar a partir de dentro e renovar a própria humanidade; para isso, necessita contar com os discípulos missionários.

A Igreja é chamada a anunciar a salvação em Cristo e o Reino de Deus, mas só pode fazê-lo demonstrando sua solidariedade e sua disposição de serviço para com toda a humanidade, sua atitude de diálogo na busca da verdade e sua capacidade de gerar comunidades onde já se vive de algum modo aquela comunhão com Deus e com os irmãos, que é realização germinal do Reino de Deus.
O mandato missionário, dado aos doze, é dado a toda a Igreja, que os doze e os demais discípulos constituem no início. É a Igreja que vai em missão e cada missionário fará sua missão em comunhão com a Igreja. De fato, Jesus, desde o início de sua vida pública, mostra que seu projeto é reunir os filhos de Deus. Este povo terá como lei o amor, o amor a Deus e ao próximo (HUMMES).
No presente contexto, atitudes e procedimentos missionários bem esclarecidos são essenciais. Os discípulos missionários precisam desenvolver generosamente uma mentalidade missionária para o sucesso da evangelização: testemunho pessoal e comunitário; presença pessoal e caritativa em meio às pessoas; fazer-se amigo dos interlocutores, diálogo e respeito ao diferente; favorecer abertura às perguntas sobre temas como o sofrimento, a morte, esperança, o mal; inserir elementos básicos no anúncio: a misericórdia de Deus, a vocação das pessoas humana à vida eterna no Reino de Deus, a lei do amor ao próximo, Jesus Cristo e salvação da humanidade etc.

Outra forma de descrever a missão de Cristo e da Igreja está no múnus profético como ministério da Palavra de Deus, o múnus sacerdotal como ministério litúrgico ou do culto, o múnus real (régio) como ministério do governo ou pastoreio do Povo do Deus.
O Povo de Deus participa da função profética de Cristo pela difusão de seu testemunho vivo, sobretudo através de uma vida de fé e caridade, e pelo oferecimento a Deus do sacrifício de louvor, fruto de lábios que confessam o seu nome. À função profética pertencem as várias modalidades de relação entre a comunidade dos fiéis e a palavra de Deus: sua acolhida na fé, sua vivência no amor, seu testemunho exterior, seu aprofundamento pela catequese e pela reflexão teológica, a denúncia em seu nome, o anúncio pela pregação, sua meditação na oração pessoal, sua celebração na liturgia comunitária. A pregação da palavra não foi confiada somente a alguns, mas a todos. A palavra cria e reúne constantemente a Igreja, despertando nela a fé e a obediência. Aqueles que foram 'chamados' pela palavra devem não só testemunhá-la, mas pregá-la, segundo o carisma próprio dado a cada um (MISSÃO E MINISTÉRIOS DOS CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS).

A participação no sacerdócio de Cristo faz da Igreja um povo sacerdotal. Há, com efeito, um único e indivisível sacerdócio: o de Jesus Cristo. Nele, todos os cristãos são chamados a oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, a elevar incessantemente a Deus, por meio de Jesus Cristo, um sacrifício de louvor e a não se esquecer de fazer o bem e de praticar a mútua ajuda comunitária, pois estes são os sacrifícios que agradam a Deus. O sacerdócio comum é, pois, um sacerdócio comum a todos os fiéis, isto é, a todos os batizados enquanto professam e vivem a fé. Neste sentido, não é nenhum ministério, mas o culto cristão existencial, que consiste na transformação da totalidade da vida por meio da caridade divina. É, portanto, a própria vida cristã, feita de fé, de esperança e de caridade. É a vivência, suscitada e sustentada pelo Espírito, da vocação universal à santidade, colocando-se a serviço de Deus e de seu Reino, como prosseguimento, na força do Espírito, da prática de Jesus.
A função real é a expressão mais densa das múltiplas e complexas relações que se dão entre a Igreja e o Reino de Deus: as pessoas, a sociedade, ao mundo inteiro; trabalhar pelo Reino significa reconhecer e favorecer o dinamismo divino que está presente na história humana e a transforma; construir o Reino quer dizer trabalhar para a libertação do mal, sob todas as formas; em resumo, o Reino de Deus é a manifestação e a atuação de seu desígnio de salvação, em toda a plenitude.

Por meio de diretrizes e do tríplice múnus comum aos batizados, o discípulo missionário volta-se a realidade para qual é chamado a tornar visível o amor misericordioso do Pai, iluminando todos os contra-valores nela presentes com esperança e amor. Sua vocação consiste em ser fermento novo, fermento de liberdade e de amor; consiste em ser sal, que dá sabor às pequenas e valorosas coisas; consiste em ser luz, para clarificar a verdade, por meio da consciência, e ser claridade nas diversas trevas da ignorância e da corrupção, como também ser sinal de justiça e solidariedade. A promoção da dignidade humana integral é compromisso de quem é apaixonado por Jesus, fonte de força para renovar estruturas, dinâmicas e corações.

Jesus garante a presença e o auxílio aos discípulos, não os desamparando (cf. Mt 28,20): é o próprio Espírito Santo que conduzirá ao caminho da verdade, animando a Igreja e seus discípulos na grandiosa obra de anunciar a Boa nova, curar os enfermos, consolar os tristes, libertar os cativos (cf. Lc 4,16-21). É grandiosa a obra missionária: é compromisso e caminho árduo que exigirá do discípulo e missionário um olhar sempre forte e firme em Jesus, caminho, verdade e vida.

“Alcançar a medida da vida nova em Cristo, identificando-se profundamente com Ele e sua missão, é um caminho longo que requer itinerários diversificados, respeitosos dos processos pessoais e dos ritmos comunitários [...]” (DOCUMENTO DE APARECIDA, p. 132). O círculo vivo do processo de evangelização não para, é dinâmico e aberto às interpelações da realidade. Ao germinar a semente da iniciação cristã, permite-se fazer brotar outro semeador para anunciar o Reino. Portanto, todos os esforços na formação do discípulo missionário não serão em vão, são, pelo contrário, sementes de esperança para o amadurecimento dos cristãos e tentativas de fertilizar o processo evangelizador com estratégias de semeaduras acertadas.

* fonte :*Roberto Bocalete

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


O MINISTÉRIO DA COORDENAÇÃO - V

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um
coloque à disposição dos outros o dom que recebeu” (1Pd 4,10).

Hoje, o que mais ouvimos dos catequistas que estão na coordenação da animação Bíblico-catequética da sua comunidade, é a reclamação sobre a dificuldade para coordenar e animar o grupo de catequistas. Por isso, é necessário que estejamos atentos a este novo tempo que estamos vivendo. O documento de Aparecida fala de um novo perfil de ser humano nestes novos tempos, nos apresenta uma mudança de época que traz consigo algumas incertezas e inseguranças. É bom olharmos para a história e buscarmos perceber que tipo de ser humano estamos tendo em nossa época.

Nestes novos tempos percebemos um fenômeno mundial novo sobre o exercício da autoridade, pois este sofreu algumas mudanças radicais muito grandes. Percebemos o modelo que passou de um procedimento de prescrição de deveres, normas, tarefas ou práticas para um procedimento de mais liberdade e de escolhas, de buscas, de tentativas, onde as pessoas podem por si mesmas determinarem os valores o tipo de ser humano que querem ser e o modo de integrar-se na sociedade.

A partir destas mudanças, temos um ser humano que pode caminhar por si só, contudo, aparecem as incertezas pela multiplicidade de caminhos, dificuldades no discernimento que geram inseguranças, surgem as dúvidas, ausências e falta de horizontes. Aqui surge o papel do coordenador e o seu exercício como ministério de quem coordena. 

O Ministério da Coordenação é o serviço que suscita e integra, por meio de ações concretas,  as forças vivas da catequese: pároco, catequistas, pais, catequizandos e as outras  pastorais.
 Exercer este ministério, não é decidir tudo, caminhar sozinho, ser o dono da verdade, mas é aquele que, junto com outro, descobre caminhos. Exercer o ministério da coordenação na catequese é gerar vida e criar relações fraternas. É promover o crescimento da pessoa, abrindo espaço para o diálogo, a partilha de vida, a ajuda aos que necessitam de presença, de incentivo e de compreensão. Esse ministério se alimenta na fonte de espiritualidade que decorre do seguimento de Jesus Cristo. Não é uma função, mas uma missão que brota da vocação batismal de servir, de animar, de coordenar. Pela coordenação, o projeto de catequese avança, cria relações fraternas, promove a pessoa humana, a justiça e a solidariedade. A coordenação deve ser missionária, inserida na comunidade, formadora de atitudes evangélicas, comprometida com a caminhada da catequese e com as linhas orientadoras da diocese (DNC 316).

O ministério da coordenação deve ser exercido como quem acompanha, ou seja, o/a catequista coordenador deve ser presença, pois acompanhar, para nós, dever ser entendido como um modo de localizar-se diante do outro, é um processo de estar junto ao outro. É a postura de estar com o outro. O coordenador é aquele que ajuda o grupo de catequista a crescer nas dimensões humana e espiritual. É fundamental no processo do crescimento e desenvolvimento humano a figura do outro que nos acompanha. A pessoa madura necessita de orientação como estímulo daquilo que foi produzido e do que deve cuidar. A partilha determina a profundidade da vida.

Este ministério deve ser exercido com alegria, como uma fonte de espiritualidade, como um serviço em prol do Reino: animando os catequistas, abrindo novos horizontes, atualizando-se continuamente, estando em sintonia com as orientações diocesanas, criando um clima de acolhida,  partilha e confiança. Desse modo, a Catequese surge como luz na comunidade.

Existem diversas maneiras de exercer a coordenação. Dentre elas destacamos as seguintes: Coordenação centralizadora – sobressai a função. O coordenador não divide tarefas. Não confia totalmente no grupo. Normalmente uma coordenação centralizada é autoritária, por vezes distante da caminhada da catequese e dos reais problemas dos catequistas, dos catequizandos, dos pais e da comunidade cristã. Numa coordenação centralizadora, com facilidade surgem os descontentamentos, as divisões, os subgrupos, o desânimo e as desistências.

Coordenação fraterna, democrática – caracteriza-se pelo serviço, pela animação, pela distribuição das tarefas, pela confiança nos catequistas, pelo amor aos pais dos catequizandos, pela vivência comunitária, pela preocupação com a formação dos catequistas, pelo relacionamento humano, afetivo, carinhoso, alegre, mesmo nos erros e nas tensões. Esse modelo de coordenação acolhe as sugestões, aceita com humildade as críticas, aponta sempre uma  luz nas horas de tensões. Acima de tudo, elabora um projeto catequético-participativo capaz de gerar um processo de educação da fé na comunidade.

Características do serviço da coordenação (DNC, n.318)

a)    assumir este ministério como uma missão que brota de uma experiência de vida cristã comunitária;

b)    entender o significado do serviço de coordenação e suas atribuições;

c)    suscitar vida entre as pessoas, cultivando um relacionamento humano, fraterno e afetivo;

d)    perceber a realidade sócio-econômica-política-eclesial e cultural que envolve as pessoas e as comunidades. Não há uma coordenação neutra: ela está situada num contexto sócio-cultural em nível local, nacional, mundial;

e)    assumir as exigências da coordenação como um serviço em benefício do crescimento das pessoas e da comunidade. Este serviço expressa a experiência de partilha, de descentralização, da missão realizada em equipe, de relações fraternas, sinalizadoras de um novo modo de viver que brota do Evangelho;

f)    criar uma rede de comunicação entre as diversas instâncias: comunidade, paróquia, diocese, regional e nacional;

g)    adotar a metodologia do aprender a fazer fazendo, tendo presentes objetivos claros e ações concretas a serem desenvolvidas;

h)    ter capacidade para perceber que as pessoas têm saber, capacidades, valores, criatividade e intuições que contribuem para o exercício da coordenação;

i)     desenvolver qualidades necessárias para um trabalho em equipe: capacidade de escutar, de aprender, de dialogar; reconhecer os valores do grupo; proporcionar o crescimento da consciência crítica, da participação e do compromisso; expressar solidariedade nas dificuldades e nas alegrias; ter um espírito organizativo;

j)    saber lidar com desencontros, problemas humanos e situações de conflito com calma, num clima de diálogo, caridade e ajuda mútua;

k)    perceber a realidade e a estrutura da graça, mais do que a eficiência e o ativismo;

l)    buscar e partilhar conhecimento atualizado sobre planejamento participativo;

m)    integrar-se com as demais pastorais (pastoral orgânica).
Fonte:
Pe. Eduardo Calandro
Pe. Jordélio Siles Ledo, css

Catequese e Bíblia: Concílio Vaticano II (2) – A Lumen Gentium

Catequese e Bíblia: Concílio Vaticano II (2) – A Lumen Gentium: 1. “O que é Igreja? ” Uma das ousadias dos 2.156 membros do Concílio foi levantar a questão: o que é Igreja? Parecia lógico que um Concíli...